Jornais na “cápsula do tempo”

Fragmentos do século XIX estavam dentro da caixa. Próximo passo é reconstituição de exemplares

15 de setembro de 1871. Essa é a data dos exemplares de A Reforma, Diário do Império e Jornal do Comércio, preservados pela “cápsula do tempo” encontrada recentemente na Zona Portuária do Rio. Além das publicações, a caixa também continha nove moedas da época. Todas essas informações só vieram à tona após a análise do material pela Coordenadoria de Preservação da FBN da Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC).

A equipe formada por Jayme Spinelli (coordenador de preservação da FBN), Fernando Amaro (chefe do Laboratório de Restauração), Hudson Jesus e Kathia Berwanger montou um verdadeiro quebra-cabeça com os restos do jornais encontrados. Após processos de secagem e de eliminação de micro-organismos, nove moedas foram localizadas em meio ao material inicial. Com ele em mãos e o apoio do setor de periódicos, o grupo pode então iniciar sua análise, que resultou na identificação dos jornais do século XIX.

“O próximo passo é fazer os restos virarem jornal de novo”, explica Fernando. A reconstituição das publicações será feita com polpa de celulose. Já as moedas se encontram devidamente acondicionadas numa caixa, que lhes proporcionará melhor manejo e conservação.

Hudson Jesus e Kathia Berwanger trabalham com material encontrado na Zona Portuária.

Trabalho não pára no Laboratório de Restauração. Próximo passo é reconstituição.

Pesquisadores montaram verdadeiro quebra-cabeça a partir de originais preservados na BN.

Juntos, fragmentos contam um pouco da história do Brasil do século XIX.

Do lado esquerdo, exemplar preservado pela FBN. À direita, fragmentos da “cápsula”.

Nove moedas foram encontradas dentro de ”cápsula do tempo”.

Saiba mais sobre o tema em Biblioteca Nacional restaura “cápsula do tempo”.

Fonte: Blog da BN.

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Livros censurados ganham exposição na Biblioteca Florestan Fernandes

Quando Sandra Reimão, inspirada pela leitura do Roteiro da Intolerância, a censura cinematográfica no Brasil, de Inimá Simões (Senac São Paulo, 1999), foi atrás de uma lista de livros censurados na época da ditadura militar no Brasil, não esperava encontrar o que encontrou: nada.

Existem, sim, muitas reflexões acerca do período. Mas nenhum trabalho havia organizado esse dado em especial. A professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP iniciou, então, em 2005, o levantamento de informações para saciar essa curiosidade.

Cinco anos mais tarde, começa a ter forma seu livro Repressão e Resistência Censura a Livros na Ditadura Militar  (Edusp, 2011), fruto da pesquisa desenvolvida, publicado em dezembro do ano passado. Presente no evento de lançamento, Moacyr Novaes, diretor do Centro Universitário Maria Antonia da USP, viu no tema a oportunidade de um curso e uma exposição. Sandra gostou da ideia ,e o resultado foi um curso de um mês, com quatro aulas,  além de um exposição na Maria Antonia.

O sucesso do evento desencadeou outro interesse, dessa vez por parte da Biblioteca Florestan Fernandes, também da USP. A diretora Maria Laet e o membro da Comissão da Biblioteca José Carlos Estevão convidaram a autora para trazer a exposição para a biblioteca da FFLCH, onde está atualmente e onde fica até o próximo dia 31.

Exposição

Sandra também é editora científica da Revista Matrizes, da pós-graduação da ECA, periódico que recebe artigos, resenhas e entrevistas produzidos por acadêmicos na área de comunicação. Enquanto eu montava os textos para a saber o que ia [na exposição], a revista recebeu e aprovou a resenha de Ivan Paganotti sobre o meu livro. Eu não conhecia o Ivan!, conta.

A editora executiva da revista foi quem contou sobre a resenha, e perguntou à Sandra se ela queria ler. Eu li e achei que ele tinha umas frases tão boas, que sintetizavam tão bem a ideia, que eu quis usá-las, relata. Assim, a parte escrita do banner foi feita em colaboração com Paganotti.

O design foi criado por Caroline Pedro e o tratamento das imagens feito por Carla Fontana e Cristiane Silvestrin. Assim, em maio desse ano o livro se apresentava ao visitantes de forma resumida e ilustrada, com capas de livros censurados e cópias dos pareceres emitidos pelo Departamento de Censura e Diversões Públicas (DCDP) do Ministério da Justiça do regime ditatorial.

Quando a exposição foi trazida para a Biblioteca da FFLCH, recebeu a contribuição de Maria Laet e da funcionária Marinês de Souza com exemplos sólidos para o conteúdo. Deu pra ver que todos os livros de não-ficção censurados estavam na Biblioteca Florestan Fernandes, o que indica como o acervo é completo, aponta Sandra.

Conteúdo

O primeiro objetivo pretendido era identificar quais foram as obras marcadas pelo Serviço de Censura e Diversões Públicas (SCDP) do DCDP. Para isso, além de pesquisa bibliográfica e em jornais da época, Sandra foi até Brasília, no Arquivo Nacional, e abriu mais de 500 pastas contendo documentos de pareceres e proibições de livros. Destes, aproximadamente 120 eram de autores nacionais, listados em seu livro sob as categorias de ficção, não-ficção, peças de teatro e eróticos/pornográficos, divisão que se repete na exposição.

A segunda meta era entender como se dava o processo de censura. Falamos que havia censura prévia, mas ao mesmo tempo, falamos que havia apreensão. Como era o processo? questiona a professora. Na maioria dos casos, explica, o livro era publicado e depois, se houvesse algum tipo de reclamação por parte da população, através de denúncia, ou de iniciativa do governo -  ele era averiguado.

Emitiam-se então pareceres, como o que aconselha o impedimento da peça A farsa do Bode Expiatório, de Luiz Maranhão Filho, sob o pretexto de que trata-se de uma tentativa de levar a revolução ao descrédito, através de insinuações de que no Brasil não há liberdade.

A defesa da moral e dos bons costumes era motivo recorrente para cercear a liberdade de expressão naquela época, como se comprova no artigo primeiro do decreto-lei 1.077, de 26 de Janeiro de 1970: Não serão toleradas as publicações e exteriorizações contrárias à moral e aos bons costumes quaisquer que sejam os meios de comunicação.

A definição do que seria moral ficava na mão dos técnicos em censura, como Lilian Filus e Regina Russ, que julgaram perigoso o uso generalizado do texto sobre drogas no livro didático Programa de Saúde, já que se destina a adolescentes de 15 a 18 anos anos, no caso, os mais suscetíveis de querer experimentar o proibido, pois é a idade da busca de liberdade, e todas as gamas de sensação, de perigo e de aventura estão presentes.

O parecer completo, que inclui análise da mensagem, valor educativo e impressão final, está disponível no livro, na exposição e no Arquivo Nacional, que tem acesso aberto ao público.

Serviço

A exposição Repressão e Resistência Censura a Livros na Ditadura Militar tem entrada gratuita e aberta ao público, e ficará disponível até o dia 31 de agosto na Biblioteca Florestan Fernandes, da FFLCH (Av. Prof. Lineu Prestes, Travessa 12, 350, Cidade Universitária, São Paulo).

O horário de funcionamento da biblioteca é de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 22 horas;  e aos  sábados, das 9 às 13 horas.

Fonte: USP.

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Raridade que não acaba mais

Unicamp se prepara para inaugurar sua nova biblioteca, dedicada a obras raras

Volta e meia, encontramos em bibliotecas ou sebos a inscrição “Livros raros” em alguma prateleira. Mas será que esses lugares têm a infraestrutura necessária para armazenar tais obras? O principal exemplo hoje, no Brasil, é a seção da Biblioteca Nacional (BN) dedicada a mais de 50.000 obras desse tipo. Até o fim de 2013, no entanto, outro exemplo surgirá na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Biblioteca de Obras Raras (Bora) da universidade terá cerca de 4.000 mil títulos raros e mais de 70.000 de coleções especiais. O material estará acessível também na Internet, e a ideia é aumentar ainda mais o acervo.

“O Brasil não tem nenhum órgão que defina quais obras são raras. Nós adotamos os critérios criados pela BN, mas também nos apoiamos em critérios internacionais. Não existem muitas bibliotecas de obras raras no Brasil, isso é algo recente aqui”, explica Edgar De Decca, coordenador-geral da Unicamp. Segundo ele, apesar de ter títulos como Sermoens (1679-1698), do padre Antônio Vieira, o núcleo principal da Bora são as 5.700 obras da coleção pessoal do historiador Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982). “Esse tipo de coleção especial é um segmento da biblioteca de obras raras. Existem, por exemplo, dezenas de edições de Os Sertões (1902), de Euclides da Cunha, mas apenas um livro com comentários do Sérgio Buarque de Holanda. Também temos a biblioteca do historiador Paulo Duarte (1899-1984), com comentários que mostram um retrato da cultura modernista, e como ele leu essas obras importantes”, diz De Decca.

Todos esses acervos raros e especiais exigem mais cuidados que os demais. Na BN, é feita a restauração, a microfilmagem e a digitalização do material. “É preciso fazer manutenção contínua, e o acesso ao material físico é mais restrito”, conta Ana Virgínia Pinheiro, chefe da Divisão de Obras Raras da BN. Segundo ela, há uma série de critérios que definem quais as obras que merecem esse tratamento privilegiado. O primeiro deles é a idade: todas as publicações do século XVII ou anteriores são enviadas para o setor. “As publicações do século XVIII e posteriores nós selecionamos de acordo com critérios de qualidade, importância histórica e trabalho artístico, entre outros”, explica Ana Virgínia.

Para proporcionar aos livros todas as mordomias necessárias, a estrutura da Bora foi inspirada na biblioteca da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O projeto custará cerca de R$ 13 milhões e inclui um laboratório de restauro de Primeiro Mundo. A digitalização e a publicação na Internet são uma outra etapa do projeto, que também deve ser concluída em 2013. Para isso, a biblioteca poderá se inspirar no portal www.obrasraras.usp.br, criado pela Universidade de São Paulo (USP) em 2003, onde há mais de 1.000 títulos, datados desde o século XV. E, quem sabe, em breve a USP e outras universidades se inspirem na Unicamp e criem mais bibliotecas com infraestrutura especial para suas obras raras.

Autora: Cristina Romanelli / Fonte: Revista de História.

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Revelando a história de páginas, capas e lombadas

CHARLOTTESVILLE, Virgínia – Todos os anos, durante cinco semanas no verão, a Escola de Livros Raros da Universidade da Virgínia atrai 400 bibliotecários, conservadores, acadêmicos, vendedores, colecionadores e bibliófilos para cursos intensivos, de uma semana de duração, ministrados num ambiente que une a intensidade de um seminário, o caráter nerd de uma convenção de fãs de “Jornada nas Estrelas” e o clima de camaradagem de um acampamento de férias.

Vic Zoschak, de Alameda, na Califórnia, é piloto aposentado da Guarda Costeira e hoje dono de uma livraria de obras antigas. Ele fez seu primeiro curso na escola em 1998; desde então, já retornou para outros 14. “Pilotar missões de busca e resgate era um trabalho que me realizava”, disse. “Mas aqui eu encontrei pessoas do meu tipo.”

Para muitos, a Escola de Livros Raros representa uma oportunidade importante para fazer contatos úteis. Mas ela também preenche um nicho intelectual valioso, ensinando habilidades e conhecimentos que vêm sendo deixados de lado por escolas de biblioteconomia cada vez mais voltadas à tecnologia e departamentos de literatura cada vez mais imersos na teoria.

Trazer de volta aos estudos literários uma compreensão dos aspectos físicos do livro é algo do qual o padre jesuíta Michael Suarez, especialista formado em Oxford em literatura britânica do século 18 e, desde 2009, diretor da escola, fala com fervor quase missionário.

“Um livro é o fruto de uma coalizão de intenções humanas”, disse, usando uma frase repetida com frequência na escola. “Achamos que sabemos ler o livro porque sabemos ler a língua. Mas a leitura implica em muito mais que simplesmente a linguagem do livro.” O ambiente na Escola de Livros Raros é casual e igualitário, não obstante a presença entre o corpo docente de alguns dos maiores especialistas mundiais na história dos livros.

A iniciação nas complexidades da história do livro é feita em palestras e sessões em laboratório, onde os estudantes aprendem a olhar mais além das palavras escritas no papel, recuperando o momento em que a tinta foi colocada sobre a página. Numa sala de leitura no andar de cima da Biblioteca Alderman, da universidade, certa manhã, alunos do curso de Bibliografia Descritiva Avançada se debruçavam sobre livros, armados com fitas métricas e pequenas espadas de luz chamadas Zelcos, vasculhando as páginas em busca de filigranas, linhas e outras pistas que pudessem indicar a origem de uma folha dada: uma forma específica de uma fábrica específica de papel.

O objetivo do curso de Bibliografia Descritiva Avançada é determinar com precisão como as páginas de um livro foram dobradas, cortadas, impressas e reunidas.

Mas a Escola de Livros Raros não se limita a estudar obras-primas da impressão. O que torna a experiência singular, dizem os alunos, é a oportunidade de ver e tocar vários objetos da coleção de 80 mil livros da escola, incluindo muitos que foram dobrados, manchados, encharcados de água, sobrescritos, devorados por traças ou, em alguns casos, totalmente eviscerados.

“Nós nos interessamos pelo modo como os livros são marcados pela passagem do tempo”, disse Barbara Heritage, diretora da escola e curadora da coleção.

Autora: Jennifer Schuessler Fonte: Folha de S. Paulo.

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Biblioteca online para a busca de livros raros

A Hewlett-Packard (HP) acaba de lançar, em fase beta, a BookPrep, uma biblioteca online para busca de livros raros. Na BookPrep é possível pesquisar, visualizar, comprar novas cópias raras difíceis de encontrar sobre todos os temas imagináveis e receber seu exemplar em casa. Há também milhares de livros disponíveis para leitura on-line gratuitamente.

Site oficial: http://www.bookprep.com.

Fonte: De olho na CI.

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Manuscrito de Da Vinci na internet

Mecanismos reguladores de la velocidad de rotación de un reloj. BNE, Codex Madrid I (Mss. 8937), f. 45r.

A Biblioteca Nacional da Espanha anunciou que vai apresentar, nos próximos meses, uma versão digital do Códice Madrid, único manuscrito de Leonardo Da Vinci que se conserva na Espanha.

A decisão foi tomada depois do sucesso do lançamento de D. Quixote, de Miguel de Cervantes, em outubro de 2010, primeiro livro interativo lançado pela entidade e que recebeu mais de 2 milhões de visitas.

Tratado de mecânica e estática, com grande riqueza visual, descritiva e técnica, o Códice Madrid contará com vídeos interativos e zoom de alta qualidade.

Acesse o folder da exposição aqui.

Mais informações sobre a exposição El imaginario de Leonardo: Codices Madrid de la Biblioteca Nacional de España.

Fontes: BNE / O Estado de S. Paulo.

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Documentos e livros raros do período imperial integram acervo da UFSCAR

Documentos e livros do período em que foi construída a Nação brasileira fazem parte da coleção da Unidade Especial de Informação e Memória (UEIM) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). São textos escritos e publicados há mais de 160 anos que retratam o Império do Brasil, entre 1822 e 1889, principalmente o Segundo Reinado (1840-1889), quando o imperador D. Pedro II governou o País. O acervo retrata um período marcado pela economia cafeeira, pela escravidão e pelos primeiros tempos das ferrovias e da imigração.

É possível conhecer melhor esta época, por exemplo, pelos relatórios governamentais e anais parlamentares, doados pela Biblioteca da Assembleia Legislativa de São Paulo, o mais antigo deles datado de 1852. “São documentos de importância nacional que estão à disposição de quem quer conhecer ou estudar mais esta fase tão importante da história brasileira”, comenta João Roberto Martins Filho, professor do Departamento de Ciências Sociais da UFSCar e coordenador da UEIM.

Também de igual importância, o livro de registros de imigrantes, datado de 1876, e a maior coleção no interior de São Paulo da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, cujo primeiro número (1853, segunda edição) foi dedicado a D. Pedro II.

Além dos temas café, imigração, legislação e política e economia, a literatura também faz parte da coleção. Dentre os documentos literários do Brasil Monárquico, um dos livros mais antigos da UEIM é a primeira edição de Flores Literárias (1854), de Marianno José Cabral, jornalista e escritor nascido na Ilha dos Açores, em Portugal. A obra foi doada pelo professor de São Carlos Helvídeo Gouveia. “São documentos e livros escritos e publicados antes da fundação de São Carlos, em 1857″, comenta Martins Filho.

Criada em 1997, a UEIM originou-se do antigo Arquivo de História Contemporânea, que existia desde o final dos anos 1970, com o objetivo de desenvolver atividades de conservação da memória histórica e cultural regional e nacional. A Unidade, que pertence ao Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH) da UFSCar, abriga importante coleção de documentos privados e públicos, mapas e plantas históricas, cartazes e folhetos, fotografias, obras de arte e artesanato, filmes, coleções de periódicos, além de cerca de 12 mil livros.

Suas principais coleções são o Fundo Carlos Leôncio “Nhonhô” Magalhães, a Coleção Thereza Santos, o Arquivo Ana Lagoa e o acervo do Núcleo Interdisciplinar Literatura e Sociedade (NILS). A documentação e o acervo bibliográfico da UEIM referem-se principalmente aos temas: economia cafeeira paulista, urbanização da cidade de São Paulo, ferrovias paulistas, eletrificação do Estado de São Paulo, história afro-brasileira, período militar brasileiro e literatura brasileira contemporânea. Com a ajuda do Programa de Apoio a Arquivos e Bibliotecas da América Latina da Universidade de Harvard, patrocinado pela Andrew W. Mellow Foundation, a UEIM abrigou em condições técnicas adequadas o Fundo “Nhonhô”. Além disso, restaurou e disponibilizou na Internet parte de sua coleção de mapas e plantas históricas. 

Os documentos do Período Imperial e outros documentos do acervo estão disponíveis para pesquisa na sede da UEIM, no Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH), localizado na área Sul do campus São Carlos da UFSCar. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3351-9609, com os servidores Alessandra Aparecida Veronese ou Antonio Carlos Ciarlo.

Fonte: Planeta Universitário.

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